terça-feira, 8 de abril de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Rússia, EUA e UcrÂnia
Professor não vê possibilidade de ataque, mas destaca a
permanência da Rússia como país líder e cita olimpíada de inverno como
parte de estratégia política
(Jornal GloboNews, 01/03/2014)
O governo ucraniano pediu ajuda aos Estados Unidos e aos integrantes do Conselho de Segurança para proteger seu território e a equipe de segurança nacional de Barack Obama discutiu as possíveis opções políticas para evitar um confronto. O professor e coordenador dos programas de relações internacionais do IBMEC, José Niemeyer, não acredita num ataque (uma ação direta de OTAN, aliados e norte–americanos), mas destaca que é preciso entender o posicionamento da Rússia no cenário internacional.
“Desde o fim da Guerra Fria, passando pelo momento de guerra ao terror, após o 11 de setembro e a crise econômica de 2008, que envolveu muito a União Europeia e Estados Unidos, o papel dos EUA ainda é preponderante como superpotência. Há cinco anos, a Rússia já começava a usar suas ‘espadas curtas’ em sua ação contra a Geórgia. A Rússia mostrou toda a sua potência militar e os EUA apoiaram a Geórgia via Otan”, explica José Niemeyer.
O professor acredita que é fundamental na região das ex-repúblicas soviéticas que a Rússia permaneça um país líder, e mantenha o orgulho russo para a comunidade internacional. Ele cita ainda a divisão de ucranianos entre a cultura ocidental e a russa.
Sobre os altos gastos na recente olimpíada de inverno, José Niemeyer explica que o evento faz parte de uma estratégia de política externa russa - de atuar tanto no campo do soft power, fazendo uma bela olimpíada, que abre a sociedade russa para outros povos, e ao mesmo tempo endurecendo na sua política externa no que tange os assuntos de segurança regional.
José Niemeyer acrescenta que a Síria também é um país onde a influência russa é clara.
(Jornal GloboNews, 01/03/2014)
O governo ucraniano pediu ajuda aos Estados Unidos e aos integrantes do Conselho de Segurança para proteger seu território e a equipe de segurança nacional de Barack Obama discutiu as possíveis opções políticas para evitar um confronto. O professor e coordenador dos programas de relações internacionais do IBMEC, José Niemeyer, não acredita num ataque (uma ação direta de OTAN, aliados e norte–americanos), mas destaca que é preciso entender o posicionamento da Rússia no cenário internacional.
“Desde o fim da Guerra Fria, passando pelo momento de guerra ao terror, após o 11 de setembro e a crise econômica de 2008, que envolveu muito a União Europeia e Estados Unidos, o papel dos EUA ainda é preponderante como superpotência. Há cinco anos, a Rússia já começava a usar suas ‘espadas curtas’ em sua ação contra a Geórgia. A Rússia mostrou toda a sua potência militar e os EUA apoiaram a Geórgia via Otan”, explica José Niemeyer.
O professor acredita que é fundamental na região das ex-repúblicas soviéticas que a Rússia permaneça um país líder, e mantenha o orgulho russo para a comunidade internacional. Ele cita ainda a divisão de ucranianos entre a cultura ocidental e a russa.
Sobre os altos gastos na recente olimpíada de inverno, José Niemeyer explica que o evento faz parte de uma estratégia de política externa russa - de atuar tanto no campo do soft power, fazendo uma bela olimpíada, que abre a sociedade russa para outros povos, e ao mesmo tempo endurecendo na sua política externa no que tange os assuntos de segurança regional.
José Niemeyer acrescenta que a Síria também é um país onde a influência russa é clara.
UCRâNIA entenda
Maioria da população da Crimeia é de origem russa; entenda conflito
(Jornal GloboNews, 03/03/2014)
O cientista político e professor de relações internacionais de Escola Superior de Propaganda e Marketing Heni Ozi Cukier explica que a Crimeia se tornou foco de tensão entre Rússia e Ucrânia porque a região nunca pertenceu propriamente à Ucrânia, mas durante a Guerra Fria, ela foi anexada, porque a União Soviética controlava tanto a Ucrânia quanto a Crimeia. E hoje, a maioria da população da Crimeia é de origem russa.
“É um ponto estratégico para os russos, porque você tem uma base naval
importante, onde está a frota do mar de saída para o Mar Negro. Para os
russos controlarem a Crimeia, é muito fácil. A pergunta-chave é: onde os
russos vão parar? Será que eles vão se satisfazer em anexar a Crimeia
ou ajudar sua independência, ou vão partir para outras partes da
Ucrânia, principalmente o leste, que está muito mais aliado à Rússia?”,
questiona o cientista político.
Heni Ozi acrescenta que os russos nunca aceitaram que a Crimeia não fizessem parte de seu território, porque a Crimeia fazia parte da Rússia há muito tempo.
(Jornal GloboNews, 03/03/2014)
O cientista político e professor de relações internacionais de Escola Superior de Propaganda e Marketing Heni Ozi Cukier explica que a Crimeia se tornou foco de tensão entre Rússia e Ucrânia porque a região nunca pertenceu propriamente à Ucrânia, mas durante a Guerra Fria, ela foi anexada, porque a União Soviética controlava tanto a Ucrânia quanto a Crimeia. E hoje, a maioria da população da Crimeia é de origem russa.
Heni Ozi acrescenta que os russos nunca aceitaram que a Crimeia não fizessem parte de seu território, porque a Crimeia fazia parte da Rússia há muito tempo.
Ucrãnia
(Sem Fronteiras, 28/02/2014)
De um lado, uma crise econômica e um país que precisa de empréstimos de US$ 35 bilhões para evitar uma falência estatal; do outro, uma crise política causada por um problema de identidade: se aproximar da União Europeia ou ser parte do plano de Vladimir Putin de construir uma União Eurasiana?
A Ucrânia está dividida: a metade ocidental é pró-europeia, enquanto a metade oriental é mais ligada à Rússia. “Há pelo menos duas culturas que tentam coexistir dentro de uma nação”, destaca o cientista político da Universidade de Rhode Island Nicolai Petro.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Brasil as novas organizações Internacionais
Brasil : Organizações Internacionais : Mercosul : G-20
"
O Brasil e as Organizações Internacionais
A Preferência Pelo Mercosul
O
Mercosul é resultado da aproximação política e econômica entre Brasil e
Argentina. O bloco econômico possui ainda como membros o Uruguai e o
Paraguai e, mais recentemente, a Venezuela. Chile e Bolívia são membros
associados, participando apenas da zona de livre comércio.
A crescente importância do Mercosul deve-se principalmente à liderança
dos brasileiros, que acreditam ser o bloco econômico regional o
principal instrumento de negociação política e econômica dos países da
América do Sul no cenário mundial.
A economia brasileira representa cerca de 60% do total do bloco e é
três vezes maior que a da Argentina, a segunda mais importante. Em 1991,
o comércio internacional entre os sócios fundadores totalizava
aproximadamente 4,5 bilhões de dólares por ano. Em 2000, ultrapassou
15,5 bilhões e, em 2007, a cifra aproximou-se da casa dos 29 bilhões de
dólares anuais.
O Brasil no Mercosul
Foram necessários apenas dez anos para o Brasil se tornar o principal
parceiro comercial de Argentina, Paraguai e Uruguai, superando os
Estados Unidos e a União Européia.
Os comércios do Paraguai e do Uruguai são os que mais dependem do
Mercosul e, principalmente, das relações comerciais com o Brasil.
Cerca de 55% das exportações do Paraguai são destinadas ao bloco
econômico, 40% das quais para o Brasil. Já no Uruguai, a porcentagem de
exportações é de 40% para o Mercosul, sendo 35% para o Brasil.
A Argentina é um pouco menos dependente do Mercosul e do Brasil,
sendo 35% de suas exportações destinadas ao bloco, 25% das quais à
potência vizinha.
O crescente sucesso do Mercosul aponta para uma mudança definitiva
nas relações entre o Brasil e seus vizinhos na América do Sul. O Brasil
parece ter obtido o reconhecimento de sua condição de potência regional e
está disposto a promover e a liderar uma maior integração entre todos
os países sul-americanos.
O Brasil e a Alca
Um dos grandes desafios para a política externa brasileira, nesse
início de século XXI tem sido resistir, de forma ponderada e
diplomática, aos desejos dos estadunidenses de criar a Alca (Área de
Livre Comércio das Américas). A implantação, prevista para 2005, foi na
época adiada para 2007 em decorrência da atuação do Brasil, e as
negociações estão paralisadas.
Para os Estados Unidos, que lideram as relações comerciais, as
vantagens da criação da Alca são muitas: eles abririam as portas para um
mercado gigantesco, com cerca de 800 milhões de consumidores,
aumentando suas exportações importando mercadorias que não produzem em
quantidade suficientes – como algumas matérias-primas e alimentos – por
preços bem menores.
Os representantes do Brasil, porém, receiam que as economias dos países
latino-americanos se tornem reféns da poderosa economia estadunidense.
Isso significaria mantê-las como meras exportadoras de produtos
primários e importadoras de bens industrializados e de tecnologia.
De acordo com os negociadores brasileiros, a Alca poderia ainda
prejudicar as exportações de produtos industrializados dos
latino-americanos, como o próprio Brasil, a Argentina, o Chile, a
Venezuela e o México, para alguns países da Europa e da Ásia.
Esses mercados interessam mais ao Mercosul, por exemplo, que aos
Estados Unidos, pois os países europeus e asiáticos não são compradores
somente de produtos primários – como é o caso dos Estados Unidos.
A Liderança Brasileira
Na liderança, o Brasil pretende unir os países latino-americanos, em
uma negociação conjunta com os Estados Unidos para a implantação da
Alca. O objetivo é que a organização continental favoreça o
desenvolvimento econômico e social da América Latina, e não submeta a
região aos interesses econômicos da superpotência mundial.
Embora os Estados Unidos considerem o Brasil uma peça-chave no novo
bloco, já se cogitou a idéia de criar a Alca mesmo sem a adesão
brasileira, em razão das dificuldades nas negociações. Se isso
acontecesse, o Brasil sofreria um certo isolamento político, econômico e
diplomático.
O Brasil e a ONU
País-membro da ONU desde sua criação, em 1945, o Brasil tem participado
das conferências mundiais que abordam problemas globais e propõe
soluções.
Em 1992, a cidade do Rio de Janeiro foi a sede da Conferência Mundial
sobre o Meio Ambiente. Entre as diversas propostas da Rio-92 - como a
conferência ficou conhecida -, destaca-se a Agenda 21, um conjunto de
ações ambientais e sociais que visam ao uso racional dos recursos
naturais e ao desenvolvimento sustentável, considerando-se as
necessidades das futuras gerações.
Em 2004 foi realizada na cidade de São Paulo a 11ª reunião da Unctad
(Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), com a
presença de chefes de Estado e representantes de diferentes nações. A
proposta era discutir metas de desenvolvimento e integração ao comércio
internacional.
O Brasil e As Missões de Paz
Com a intenção de manter a paz entre as nações, a ONU envia tropas e
missões a locais de conflitos. Nos últimos anos, o exército do Brasil
tem participado ativamente dessas ações. Em 1999, foram enviadas tropas
brasileiras ao Timor Leste, na Ásia, para garantir a independência do
país. Desde 2004, o Brasil lidera as forças de paz da ONU, no Haiti.
Mediante essas ações no Haiti, o governo brasileiro tem feito esforços
para a criação de mais vagas permanentes no Conselho de Segurança da
ONU. Com o objetivo de conquistar uma vaga permanente, o Brasil busca o
apoio político de países subdsenvolvidos, mantendo estreitas relações
diplomáticas com potências regionais, como a Índia, na Ásia, e a África,
países que também desejam vagas permanentes no Conselho de Segurança.
O Brasil e o G-20
Com a liderança consolidada na América do Sul, a política externa
brasileira se volta para alcançar mais espaço político e econômico para o
Brasil no cenário mundial. A estratégia adotada é a aproximação com os
países subdesenvolvidos. Em setembro de 2003, por exemplo, a reunião da
OMC (Organização Mundial do Comércio) em Cancun, no México, o Brasil
liderou o grupo de países intitulado G-20, que pressionou os países
ricos para impedi-los de impor seus interesses comerciais aos mais
pobres.
A ação do G-20 levou a reunião da OMC a um impasse. Nenhuma nova regra
comercial foi votada, e os países subdesenvolvidos conseguiram, pelo
menos, demonstrar maior organização e união. O G-20 se constitui em uma
nova forma de representação em bloco, baseada na parceria e na
cooperação.
Os Interesses Brasileiros e o G-3
Nos últimos anos, os representantes do Brasil têm procurado ampliar as
relações diplomáticas e econômicas com alguns países do G-20. As mais
importantes aproximações ocorreram com a Índia e a África do Sul,
levando à criação do G-3.
Os três países desse grupo possuem muitos interesses comuns. Entre
eles, como vimos, está o de ocupar as futuras vagas permanentes do
Conselho de Segurança da ONU.
Com a Índia, além da parceria diplomática, vêm sendo realizadas parcerias principalmente na área aeroespacial e nuclear. Entre o Brasil e esse país são desenvolvidos importantes programas de cooperação científica e tecnológica, com grande intercâmbio de pesquisadores e técnicos. A aproximação com a África do Sul é mais recente. Os dois países buscam oportunidades para ampliar suas relações comerciais. Em 2000, chegou a ser cogitada a possibilidade de os sul-africanos ingressarem no Mercosul, mas as negociações não evoluíram.
Outro país do G-20 que interessa muito aos governantes do Brasil é a China, que tem o maior mercado consumidor do mundo. Desde a década de 1970, quando as relações diplomáticas entre os dois países foram retomadas, estabeleceram-se diversos acordos comerciais e programas de cooperação, com destaque para os setores agropecuário, de produção e de lançamentos de satélites. Os chineses são os maiores compradores de soja brasileira e usam a Base Espacial de Acântara, no Maranhão, para efetuar lançamentos de satélites e foguetes.
Figura : Encontro Ministerial do G-20, Brasília (DF, 2003). Sob a liderança do Brasil, o G-20 impediu que os países ricos votassem regras comerciais prejudiciais aos países pobres na reunião da OMC em 2003.
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Com a Índia, além da parceria diplomática, vêm sendo realizadas parcerias principalmente na área aeroespacial e nuclear. Entre o Brasil e esse país são desenvolvidos importantes programas de cooperação científica e tecnológica, com grande intercâmbio de pesquisadores e técnicos. A aproximação com a África do Sul é mais recente. Os dois países buscam oportunidades para ampliar suas relações comerciais. Em 2000, chegou a ser cogitada a possibilidade de os sul-africanos ingressarem no Mercosul, mas as negociações não evoluíram.
Outro país do G-20 que interessa muito aos governantes do Brasil é a China, que tem o maior mercado consumidor do mundo. Desde a década de 1970, quando as relações diplomáticas entre os dois países foram retomadas, estabeleceram-se diversos acordos comerciais e programas de cooperação, com destaque para os setores agropecuário, de produção e de lançamentos de satélites. Os chineses são os maiores compradores de soja brasileira e usam a Base Espacial de Acântara, no Maranhão, para efetuar lançamentos de satélites e foguetes.
Figura : Encontro Ministerial do G-20, Brasília (DF, 2003). Sob a liderança do Brasil, o G-20 impediu que os países ricos votassem regras comerciais prejudiciais aos países pobres na reunião da OMC em 2003.
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Outras organizações
Abaixo, algumas das mais relevantes organizações internacionais:
ONU - Organização das Nações Unidas
Foi
criada pelos países vencedores da 2ª Guerra Mundial e tem como
principal objetivo manter a paz e a segurança internacionais. Proíbe o
uso unilateral da força, prevendo contudo sua utilização - individual ou
coletiva - para defender o interesse comum dos seus países-membros. Seu
principal objetivo é manter a segurança internacional e pode intervir
nos conflitos não só para restaurar a paz, mas também para prevenir
possíveis enfrentamentos. Também incentiva as relações amistosas entre
seus membros e a cooperação internacional.
UNESCO - Organização das Nações Unidas para educação, ciência e cultura
Foi
criada em 1945 pela Conferência de Londres e tem como objetivo
contribuir para a paz através da educação, da ciência e da cultura. Visa
eliminar o analfabetismo e melhorar o ensino básico, além de promover
publicações de livros e revistas, e realizar debates científicos. Desde
1960, atua também na preservação e restauração de espaços de valor
cultural e histórico.
OCDE - Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico
É
um fórum internacional que articula políticas públicas entre os países
mais ricos do mundo. Fundada em 1961, substituiu a Organização Europeia
para a Cooperação Econômica, criada em 1948, no quadro do Plano Marshall. Sua ação, além do terreno econômico, abrange a área das políticas sociais de educação, saúde, emprego e renda.
OMS - Organização Mundial da Saúde
É
uma agência especializada em saúde, fundada em 7 de abril de 1948 e
subordinada à ONU. Sua sede é em Genebra, na Suíça. Tem como objetivo
principal o alcance do maior grau possível de saúde por todos os povos.
Para tanto, elabora estudos sobre combate de epidemias, além de normas
internacionais para produtos alimentícios e farmacêuticos. Também
coordena questões sanitárias internacionais e tenta conseguir avanços
nas áreas de nutrição, higiene, habitação, saneamento básico, etc.
OEA - Organização dos Estados Americanos
Criada
em 1948, com sede em Washington (EUA), seus membros são as 35 nações
independentes do continente americano. Seu objetivo é o de fortalecer a
cooperação, garantir a paz e a segurança na América e promover a
democracia.
OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte
Foi
criada em 1949, no quadro da guerra fria, como uma aliança militar das
potências ocidentais em oposição aos países do bloco socialista. Formada
inicialmente por EUA, Canadá, Bélgica, Dinamarca, França, Holanda,
Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal e Reino Unido, a OTAN
recebeu a adesão
da Grécia e da Turquia (1952), da Alemanha (1955) e da Espanha (1982). Depois do fim da URSS, passou
a ser uma organização de defesa dos países membros do Hemisfério norte,
e não mais uma organização de defesa do capitalismo de quando foi
criada.
BIRD - Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento
Com o objetivo de conceder empréstimos aos países membros, o BIRD, também conhecido como Banco Mundial, oferece
financiamento e assistência técnica aos países menos avançados, a fim
de promover seu crescimento econômico. É formado por 185 países-membros e
iniciou suas atividades auxiliando na reconstrução da Europa e da Ásia
após a Segunda Guerra Mundial.
FMI - Fundo Monetário Internacional
Criado
para promover a estabilidade monetária e financeira no mundo, oferece
empréstimos a juros baixos para países em dificuldades financeiras. Em
troca, exige desses países que se comprometam na perseguição de metas
macroeconômicas, como equilíbrio fiscal, reforma tributária,
desregulamentação, privatização e concentração de gastos públicos em
educação, saúde e infraestrutura.
OMC - Organização Mundial do Comércio
Trata das regras do comércio entre as nações.
Seus membros negociam e formulam acordos que, depois, são ratificados
pelos parlamentos de cada um dos países-membros. Tem como objetivo
desenvolver a produção e o comércio de bens e serviços entre
países-membros, além de aumentar o nível de qualidade de vida nesses
mesmos países.
OIT - Organização Internacional do Trabalho
Tem
representação paritária de governos dos seus 182 Estados-membros e de
organizações de empregadores e de trabalhadores. Com sede em Genebra,
Suíça, a OIT possui uma rede de escritórios em todos os continentes.
Busca congregar seus membros em torno dos seguintes objetivos comuns:
pleno emprego, proteção no ambiente de trabalho, remuneração digna,
formação profissional, aumento do nível de vida, possibilidade de
negociação coletiva de contratos de trabalho, etc.
Blocos Econômicos e Organizações Internacionais
Blocos Econômicos e Organizações Internacionais
Mapa destacando os principais blocos econômicos do planeta
Os
acordos internacionais têm como objetivo criar organismos que dinamizem
as relações comerciais, sociais e políticas entre os países membros.
Essas organizações estão presentes em todas as partes do planeta,
atuando em forma de blocos econômicos, países que discutem a economia
global, órgão que estabelece regras e acordos para o comércio
internacional, grupo de nações que visa controlar a produção e venda de
um determinado produto, etc.
Os blocos econômicos, por exemplo, são
formados para reduzir e/ou eliminar as tarifas alfandegárias,
intensificando, assim, a importação e exportação de produtos. Já a OEA
(Organização dos Estados Americanos) visa garantir a paz e a segurança
continental; a OPEP (Organização dos Países Produtores de Petróleo), por
sua vez, controla a produção e a exportação de petróleo.
Nessa seção, que disponibiliza textos
sobre diferentes blocos econômicos e as mais variadas organizações
internacionais, o leitor poderá se inteirar sobre a formação, as
características, atuação, entre outros elementos referentes ao assunto.
Entre os artigos disponibilizados estão:
UE – União Europeia.
ALCA – Área de Livre Comércio das Américas.
MERCOSUL – Mercado Comum do Sul.
NAFTA – Acordo de Livre Comércio da América do Norte.
APEC – Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico.
CEI – Comunidade dos Estados Independentes.
OMC – Organização Mundial do Comércio.
OEA – Organização dos Estados Americanos.
OPEP – Organização dos Países Produtores de Petróleo.
ALCA – Área de Livre Comércio das Américas.
MERCOSUL – Mercado Comum do Sul.
NAFTA – Acordo de Livre Comércio da América do Norte.
APEC – Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico.
CEI – Comunidade dos Estados Independentes.
OMC – Organização Mundial do Comércio.
OEA – Organização dos Estados Americanos.
OPEP – Organização dos Países Produtores de Petróleo.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Canais de Blocos Econômicos e Organizações Internacionais
Artigos de "Blocos Econômicos e Organizações Internacionais"
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ALADI
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Apec
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ASEAN
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Banco Mundial (World Bank)
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Blocos Econômicos da América Latina
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BRICS
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CAFTA
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Caricom
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CEI – Comunidade dos Estados Independentes
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Classificação dos blocos econômicos
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Comunidade Andina
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Comunidade Britânica
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Comunidade Sul-Americana de Nações
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FMI e Banco Mundial
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Formação de blocos econômicos
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G 20 Financeiro
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G 20 Países em Desenvolvimento
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